A Groenlândia como o 51º Estado dos Estados Unidos: questão prioritária de sobrevivência
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- 10 de jan.
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Adauto Jornalismo* com o canal @AdautoRibeiroReporter
Donald Trump voltou a colocar a Groenlândia no centro da geopolítica mundial. Em reunião na Casa Branca, afirmou que os Estados Unidos não podem permitir que Rússia ou China avancem sobre o território. “Vamos fazer alguma coisa na Groenlândia, quer eles gostem ou não. Se não fizermos isso, a Rússia ou a China tomarão a Groenlândia, e não teremos a Rússia ou a China como vizinhas”, disse o presidente.
Na opinião de Adauto Jornalismo, a frase resume o dilema estratégico do século XXI: ou os Estados Unidos assumem o controle da Groenlândia, ou o Ocidente inteiro ficará vulnerável ao avanço sino-russo.
Europa em declínio
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, reagiu com choque, afirmando que uma invasão poderia desestabilizar a Otan.
Na opinião de Adauto Jornalismo, a Europa já não tem força para sustentar a Otan. O continente está em declínio demográfico, cultural e político. A miscigenação acelerada e a perda de identidade nacional transformaram a Europa em um bloco frágil, pronto para ser dominado por regimes autoritários.
Na opinião de Adauto Jornalismo, os europeus estão idiotizados, néscios e incapazes de perceber que sua capitulação diante da Rússia e da China é apenas questão de tempo.
A barreira contra o avanço sino-soviético
Os Estados Unidos já possuem uma base militar na Groenlândia, em Thule, instalada desde a Segunda Guerra Mundial.
Na opinião de Adauto Jornalismo, esse fato comprova que a Groenlândia já é, de fato, território americano sob o aspecto estratégico. Incorporá-la oficialmente seria apenas reconhecer uma realidade que existe há décadas.
Na opinião de Adauto Jornalismo, a Groenlândia incorporada aos Estados Unidos funcionaria como barreira contra o avanço sino-soviético. Caso contrário, seria a porta de entrada para que Rússia e China dominem também as Américas, transformando o continente em uma extensão de regimes exóticos e autoritários.
A Groenlândia como 51º Estado
Na opinião de Adauto Jornalismo, a incorporação da Groenlândia como o 51º Estado americano seria um passo natural e histórico. Assim como o Havaí e o Alasca foram incorporados em momentos estratégicos do século XX, a Groenlândia se tornaria o novo bastião de defesa e prosperidade no século XXI. Sua posição geográfica, seus recursos naturais e sua importância militar fariam dela não apenas um território, mas um estado pleno, reforçando a união e ampliando o poder dos Estados Unidos diante das ameaças globais.
Trump como único líder desperto
Trump minimizou os argumentos históricos da Dinamarca: “O fato de um barco deles ter atracado lá há 500 anos não significa que eles sejam donos da terra.”
Na opinião de Adauto Jornalismo, Trump é o único líder mundial que não está adormecido nem alienado. Enquanto Europa e parte do Ocidente se rendem à apatia, ele compreende que a sobrevivência dos Estados Unidos — e do mundo livre — depende de decisões firmes e imediatas.
Uma visão de transformação do mundo
Na opinião de Adauto Jornalismo, a Groenlândia não é apenas uma ilha gelada. É o escudo que pode salvar o Ocidente da submissão ao bloco sino-russo.
Na opinião de Adauto Jornalismo, a incorporação da Groenlândia como o 51º Estado americano é inevitável. Não como ato de conquista, mas como medida de sobrevivência.
Na opinião de Adauto Jornalismo, se os EUA não agirem, Rússia e China agirão. E o preço da hesitação será a capitulação de uma América sem identidade, pronta para ser dominada.





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