DARPA e a Biologia Programável: Avanço ou Ameaça?
- adautoribeirorepor

- 15 de dez. de 2025
- 3 min de leitura
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Em vez de trazer soluções para todos os problemas, está criando problemas ainda maiores, você vai perceber que o mundo é muito diferente daquilo que imagina e também vai perceber que é sempre do meio militar que surgem as novas tecnologias.
Tecnologias que, 99% das vezes, não trabalham em favor da humanidade, muito pelo contrário. Vou explicar isso tudo agora.
Do Arpanet à Optogenética: A Revolução Invisível
Você já ouviu falar em DARPA? A DARPA é a divisão de equipamentos bélicos avançados do sistema de defesa americano. Antes, ela se chamava ARPA, e foi responsável por criar a Arpanet, que depois virou a internet.
Ou seja, em 1969, a ARPA criou a internet e várias outras coisas que usamos hoje e pensamos que vieram do setor privado, mas na verdade surgiram do setor bélico.
Mais tarde, a ARPA evoluiu para DARPA. Existe até um livro maravilhoso sobre isso, chamado The Pentagon’s Brain, da finalista do Prêmio Pulitzer Annie Jacobson.
Optogenética e Poder: A Nova Fronteira da DARPA
Agora, qual foi a nova criação da DARPA? Eles anunciaram um projeto chamado optogenética gerativa. O nome é bonito, mas o que significa? É um projeto altamente inovador que usa luz para programar células vivas, inclusive células humanas.
Imagine: jogar luz em uma célula e ela começar a produzir DNA e RNA na hora, sem precisar de agentes externos ou inserções no corpo.
É como se fosse um código de programação. Antes, para alterar DNA, usava-se técnicas como CRISPR, que exigiam laboratórios avançados e infraestrutura complexa. Agora, com essa tecnologia, basta luz, e pode ser feito até à distância.
Isso abre possibilidades incríveis, como medicina regenerativa: usar luz para curar tecidos danificados, ossos quebrados ou nervos lesionados.
Também poderia criar fábricas vivas, iluminando bactérias para produzir combustível ou medicamentos em qualquer lugar, até no espaço. Na agricultura, plantas poderiam ser reprogramadas para resistir à seca ou pragas.
Luz que Reprograma: Promessas e Riscos da Ciência Bélica
Mas, claro, o setor de defesa também vê aplicações: criar escudos genéticos contra ataques biológicos. A luz pode atingir células específicas com precisão, como um controle remoto biológico.
A DARPA já fez projetos arriscados antes, como drones e o programa Insect Allies, que mexia com genes de insetos e gerou debates.
O problema é que, se cair em mãos erradas, essa tecnologia pode ser usada de forma maliciosa. Imagine um agente usando luz para induzir células a produzirem veneno dentro do corpo de alguém, sem deixar rastros.
Ou reprogramar plantações inteiras para não darem frutos, causando crises alimentares. Ou ainda controlar pessoas, afetando o cérebro com luz para alterar comportamento.
Um drone ou satélite poderia iluminar uma cidade inteira e mudar o DNA de todos sem que percebessem.
Isso é preocupante porque não existem leis específicas para esse tipo de tecnologia. Sem legislação, não há crime definido. Por isso, falam em criar regras, punir usos indevidos e deixar apenas cientistas confiáveis trabalharem com isso. Mas quem define quem é confiável?
Essa tecnologia pode transformar a biologia em uma plataforma programável, como um aplicativo: mudar cor dos olhos, altura, cabelo, músculos, tudo em tempo real. Isso muda completamente o conceito de vida.
Mas também abre espaço para abusos, controle social e até cenários descritos em textos bíblicos sobre o reino do anticristo.
Por isso, o palestrante convida os ouvintes a participar da “Arca”, um espaço de preparação e discussão sem limitações das plataformas comuns, onde se debate como essas tecnologias podem ser usadas para dominação global.
Ele encerra dizendo: “Examinem todas as coisas, retenham o que é bom. Venham para a Arca agora, porque o bicho vai pegar.”





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