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Donald Trump prepara a captura da figura número dois do alto escalão do regime chavista

 — Imagem/Reprodução: CIA EM AÇÃO DENOVO! CAPTURAR 2⁰ CABEÇA DO REGIME DA VENEZUELA ARQUITETO DE MADURO.

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Donald Trump prepara a captura da figura número dois do alto escalão do regime chavista após a prisão de Nicolás Maduro, e a Agência Central de Inteligência já o tem como alvo legítimo dentro da Venezuela. Grandes explosões e tiros disparados na madrugada dessa terça-feira foram ouvidos em Caracas.


Após todos esses acontecimentos recentes, a Venezuela mergulha em um estado de tensão total, com militares fortemente armados patrulhando as ruas de Caracas e outras cidades principais, enquanto a população vive sob um clima de medo e incerteza.


A captura de Nicolás Maduro e sua esposa Cília Flores pelos Estados Unidos no último sábado, 3 de janeiro de 2026, abalou o regime chavista e agora os líderes remanescentes enfrentam uma pressão inédita, com relatos de infiltração americana e vigilância constante.


Na madrugada desta terça-feira, 6 de janeiro, explosões e disparos de artilharia ecoaram pela capital, revelando um erro grave da inteligência venezuelana que resultou em fogo amigo contra seus próprios drones. Um incidente que expõe o pânico interno e a desorganização das forças de segurança.


O episódio ocorreu por volta das duas horas da madrugada próximo ao Palácio de Miraflores, sede do governo. De acordo com testemunhas e relatos divulgados em redes sociais, forças de segurança avistaram drones não identificados sobrevoando o complexo presidencial e abriram fogo imediatamente, desencadeando uma série de explosões e tiros de artilharia antiaérea.


Fontes próximas ao governo interino liderado por Delcy Rodríguez confirmaram à agência de notícias AFP que os drones eram, na verdade, equipamentos próprios das Forças Armadas Bolivarianas utilizados para a patrulha noturna.


Esse erro de identificação, atribuído a uma falha na comunicação e no sistema de inteligência, resultou em danos materiais limitados, mas sem vítimas fatais reportadas até o momento. No entanto, o incidente provocou evacuações em áreas próximas, quedas de energia e um aumento no alerta de segurança, com tropas adicionais sendo mobilizadas para as ruas.


Esse fogo amigo destaca o nível extremo de paranoia que assola o regime chavista remanescente. Analistas políticos, como o cientista Nickmare Evans, apontam que o medo de uma nova ação militar dos Estados Unidos é palpável, especialmente após a operação bem-sucedida que capturou Maduro em apenas 47 segundos. “Eles estão operando no escuro, com desconfiança interna e externa, o que leva a erros como esse”, comentou Evans em entrevista recente.


A presença maciça de militares nas ruas de Caracas, incluindo blindados e checkpoints em pontos estratégicos como o Forte Tiuna, o maior complexo militar do país, reflete uma tentativa de demonstrar força, mas também revela vulnerabilidades. Residentes relataram um clima de toque de recolher informal, com ruas vazias após o anoitecer e um aumento em detenções arbitrárias de supostos opositores. O que os líderes venezuelanos parecem ignorar ou subestimar é a extensão da infiltração dos Estados Unidos no país.


De acordo com fontes de inteligência americana citadas em relatórios recentes, a Agência Central de Inteligência mantém agentes infiltrados há meses, monitorando em tempo real os movimentos de figuras-chave como Diosdado Cabello, Delcy Rodríguez, Jorge Rodríguez e Vladimir Padrino López.


Esses indivíduos, todos alvos diretos de sanções e recompensas milionárias, têm suas localizações rastreadas por meio de drones de vigilância, satélites e redes de informantes locais. Cabello, em particular, com uma recompensa de 25 milhões de dólares sobre sua cabeça, tem sua posição tratada como segredo de Estado, mas relatórios indicam que os Estados Unidos já controlam seus passos, incluindo rotas de fuga potenciais e comunicações criptografadas.


A operação de sábado passado que culminou na captura de Maduro foi um modelo de precisão e eficiência. Iniciada com ataques aéreos em instalações militares e civis em Caracas, a megaoperação envolveu espiões infiltrados, drones equipados com tecnologia de ponta e equipes especiais que usaram maçaricos para romper barreiras de segurança.


Em menos de um minuto, precisamente 47 segundos, Maduro e Flores foram extraídos de seu esconderijo e transportados para Nova York, onde enfrentam acusações de narcoterrorismo e corrupção.


O presidente Donald Trump classificou a ação como um sucesso parcial que superou expectativas, enfatizando que os Estados Unidos agora controlam aspectos-chave da Venezuela.


Explosões iniciais atingiram alvos como o aeroporto La Carlota e o Forte Tiuna, causando fumaça visível e pânico generalizado, mas com danos contidos para evitar escalada humanitária. Essa nova onda de tensão não se limita à Venezuela.


No âmbito regional, o presidente colombiano Gustavo Petro enviou forças armadas para a fronteira, temendo um influxo de refugiados, enquanto o Irã vê protestos se espalharem com temores semelhantes de intervenção americana. A Rússia, por sua vez, ameaça retaliações contra países bálticos por ações hostis.


Dentro da Venezuela, o núcleo chavista tenta se reorganizar. Delcy Rodríguez, como presidente interina, acumula poderes e denuncia a agressão imperialista, enquanto seu irmão Jorge articula negociações internacionais. Padrino López, comandante das Forças Armadas, reforça a lealdade militar, mas analistas questionam quanto tempo essa unidade durará.


O incidente da madrugada de terça-feira serve como um lembrete gritante de que o regime está à beira do colapso, com erros operacionais revelando fraquezas profundas. Enquanto os Estados Unidos planejam a captura de Cabello, descrito por Trump como o próximo na lista, a Venezuela permanece em alerta máximo, com o povo preso entre o medo de invasões externas e a repressão interna.


O futuro do chavismo depende agora de sua capacidade de resistir, mas com a inteligência americana controlando os bastidores, a questão pode ser não se, mas quando ocorrerá o próximo golpe.


Esse episódio de fogo amigo na madrugada de 6 de janeiro revela não apenas um erro técnico, mas um sintoma mais profundo da erosão do regime chavista.


Com a captura de Maduro, o vácuo de poder expõe divisões internas, onde a paranoia supera a coordenação estratégica, potencialmente acelerando deserções militares e protestos civis.


No contexto geopolítico, a infiltração confirmada dos Estados Unidos sugere que Washington adota uma abordagem de decapitação seletiva, visando desmantelar o núcleo duro do chavismo sem uma invasão em larga escala, o que minimiza custos humanitários e políticos.


No entanto, isso arrisca escaladas com aliados como Rússia e Irã, podendo transformar a crise venezuelana em um conflito proxy mais amplo na América Latina.


Economicamente, a instabilidade agrava a hiperinflação e a escassez, com o petróleo controlado por Delcy Rodríguez como último trunfo, mas sob sanções americanas.


Se Cabello for capturado, o regime pode colapsar em semanas, abrindo caminho para eleições supervisionadas internacionalmente ou uma transição caótica, beneficiando opositores como Juan Guaidó ou novos atores.


Em resumo, a Venezuela caminha para um ponto de inflexão onde a resiliência chavista é testada contra a determinação de Trump, com implicações para a estabilidade regional em 2026.





 
 
 

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