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Maduro foi o bode expiatório para Trump trazer seu extraordinário poderio aeronaval para governar a América Latina

 — Imagem/Reprodução: COMANF: A PODEROSA FORÇA NAVAL de TRUMP que CAPTUROU MADURO | Fala Glauber.

O Lula é um elemento, um soldado nesse planeta que trabalha contra a liberdade. Ele tem pavor de ver pessoas sorrindo, sendo felizes e não estando escravas pagando imposto para ele.


Então, existe uma força-tarefa anfíbia composta por navios e uma força de desembarque que são os fuzileiros navais, no caso, os fuzileiros navais americanos, conhecidos como marines, que embarcam nesses navios. Depois da distração dele, foi colocado justamente no chamado USS Iwo Jima, que é o navio principal.


Já falamos da primeira etapa que envolveu caças e bombardeios, e da segunda etapa que envolveu helicópteros na extração.


Agora vamos entender a força naval utilizada para isso, porque ouvimos ao longo dos meses que há porta-aviões ali perto, bases e muitos navios. Como isso fez parte do processo de extração?


A força naval que se estabeleceu no mar do Caribe realmente é impressionante. O próprio Donald Trump disse que é a maior força reunida naquele local em toda a história.


Estamos falando de uma força naval robusta, com porta-aviões, navios patrulha, um navio multipropósito e um navio de operações especiais que foi muito comentado.


Esse navio se encontra atualmente a cerca de oito a dez quilômetros da costa venezuelana. É um arcabouço robusto, praticamente impenetrável, mostrando um cinturão em volta do país, um bloqueio quase total.


São várias embarcações com esse capitânia, inclusive submarinos. Já há notícias de submarinos, não se sabe se nucleares ou apenas de ataque, mas estão no local para dar apoio às embarcações.


Não basta ter só um porta-aviões com setenta ou oitenta aeronaves, como disse o comandante Vilas Boas, para proteger o entorno aéreo e estender a capacidade de comunicação, guerra eletrônica, bloqueio e interferência. Agora há submarinos protegendo essa força naval, totalmente escondidos.


É algo impressionante, e já repercutimos aqui que está muito perto dos Estados Unidos, o que facilita deslocar essa força para o Atlântico. Também houve movimentação pelo Pacífico. Resumindo, a América Latina está cercada pelas forças navais americanas.


O bloqueio mais fino está sendo feito no Caribe, mas a força naval está espalhada por todo o continente, inclusive em alguns países da América do Sul. Já houve pronunciamento de uma belonave vindo em direção ao mar do Brasil.


Essas notícias se tornam narrativas e funcionam como armas. Maduro já foi preso e essa força naval não precisa mais ter apenas a Venezuela como alvo. Quais serão os próximos alvos? Nicarágua, Colômbia, Cuba, Brasil? Não sabemos. Os alvos não precisam ser apenas de ataque, mas também de influência.


Duas agências de inteligência dos Estados Unidos, a NSA e a CIA, estão cooperando e operando junto com essa força naval. Pode ser que não haja ataque físico, mas sim ajuda para que presidentes sejam depostos, presos ou deixem o cargo, ou até mesmo para influenciar eleições futuras.


O comandante Vilas Boas explicou que, desde o início das movimentações, foi identificado um grupo-tarefa anfíbio, chamado pelos americanos de ARG (Amphibious Ready Group), composto por três navios e um batalhão de infantaria.


Essa força inclui navios e fuzileiros navais americanos, os marines, além de aeronaves de asas fixas e rotativas. No início do conflito, foi mobilizada uma unidade anfíbia da costa leste dos EUA, baseada na Carolina do Norte, na base naval de Camp Lejeune, onde inclusive há oficiais brasileiros de ligação.


Essa unidade embarcou em três navios. O maior deles é um porta-helicópteros multipropósito, que carrega a ala aérea embarcada, composta por helicópteros e de seis a dez aviões capazes de decolar verticalmente. Os modelos mais novos são os F-35 na versão C, e os antigos são os conhecidos Harriers. Esse é o navio principal, que também funciona como doca.


Um navio doca é um tipo de navio anfíbio. A característica principal é que sua popa (parte traseira) pode ser inundada de forma controlada, permitindo que embarcações menores — chamadas de conectores — entrem e saiam.


Esses conectores podem ser hovercrafts (grandes embarcações impulsionadas por ventiladores que transitam tanto na água quanto na areia), carros anfíbios (como o “carro lagarto” usado pelos fuzileiros navais brasileiros, substituído nos EUA pelo modelo ACV), além de botes de desembarque.


Esse tipo de navio funciona como comando e controle: é nele que se concentra o comando dos fuzileiros navais e da força-tarefa anfíbia. Normalmente, os americanos operam três navios desse tipo em conjunto, cada um recebendo uma companhia de fuzileiros navais.


Uma companhia atua com botes pequenos (como os RIBs, embarcações pneumáticas), outra com meios aéreos (helicópteros e aviões de decolagem vertical, como os F-35B ou os antigos Harrier), e a terceira com os conectores anfíbios.


Além dos navios doca, a força naval americana inclui porta-aviões nucleares, como o USS Gerald Ford, considerado o mais avançado do mundo, com catapultas eletromagnéticas e capacidade de transportar dezenas de aeronaves.


Esse tipo de navio nunca opera sozinho: é acompanhado por destroyers da classe Arleigh Burke, cruzadores da classe Ticonderoga e submarinos nucleares de ataque, formando um grupo de proteção completo.


As principais tarefas dessa força naval são:


• Dominar o mar, garantindo superioridade marítima.

• Dissuadir o inimigo, mostrando que não vale a pena enfrentá-los — daí o apelido de “100 mil toneladas de diplomacia” para os porta-aviões.

• Projetar poder sobre terra, seja com desembarque de fuzileiros navais, lançamento de mísseis Tomahawk ou envio de tropas.


Além disso, eles também utilizam navios de combate no litoral, menores e adaptados para operar em águas rasas, chamadas “águas marrons”.


Um navio doca é um navio anfíbio que serve como base para desembarque de tropas e veículos, funcionando como peça central de uma força-tarefa naval. Ele é projetado para levar a guerra do mar para a terra, apoiado por porta-aviões, escoltas e submarinos.


Esse trecho mistura duas partes distintas: primeiro uma explicação técnica sobre navios de combate no litoral (LCS) e navios caça‑minas, depois uma transição para comentários políticos envolvendo Lula e a Venezuela. Vou organizar em texto corrido para ficar mais claro e compreensível:


Quando uma força naval precisa se aproximar da costa, não pode usar apenas navios muito grandes. Para isso existem os LCS (Littoral Combat Ships), embarcações menores que permitem operar próximo ao litoral.


Outro elemento importante, mas pouco mencionado, são os navios varredores ou caça‑minas, porque uma das maiores ameaças à aproximação de uma frota são as minas navais. Se um submarino ou navio tocar em uma dessas minas, pode ser destruído ou neutralizado.


Assim, a composição da força naval inclui não apenas porta‑aviões e navios anfíbios, mas também meios especializados para garantir segurança na aproximação.


Além disso, houve movimentação dos Estados Unidos para recuperar sua base aérea em Porto Rico, Roosevelt Roads, o que permitiu aproximar caças bombardeiros estratégicos, aviões de reabastecimento em voo e todo o pacote de apoio aéreo. Segundo o governo norte‑americano, essa concentração foi uma das maiores da história na região.


Na sequência, o debate passa para a política. Lula teria se manifestado sobre a situação da Venezuela e a captura de Maduro, afirmando que bombardeios em território venezuelano e a prisão de seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável, representando uma afronta grave à soberania e criando um precedente perigoso para a comunidade internacional.


Ele disse que atacar países em flagrante violação do direito internacional leva ao caos e à instabilidade, e que a posição brasileira é de condenar o uso da força, defendendo o diálogo e a cooperação por meio da ONU.


Os comentaristas, então, criticam Lula, lembrando sua proximidade anterior com Maduro e questionando a coerência de sua posição. Argumentam que, para muitos, Lula é apoiado mais por rejeição a Bolsonaro do que por convicção própria, e que sua fala não surpreende por seguir uma linha considerada “pró‑Maduro”.


• Parte técnica: explica como navios menores (LCS) e caça‑minas são usados para proteger forças navais na aproximação ao litoral.

• Parte política: apresenta a fala de Lula sobre soberania da Venezuela e críticas de comentaristas à sua postura.


Lula não tem legitimidade para falar sobre a situação da Venezuela, pois teria sido um dos responsáveis pela “escravidão” do povo venezuelano e boliviano, além de apoiar os governos kirchneristas na Argentina. É descrito como alguém que trabalha contra a liberdade, que teria “pavor de ver pessoas felizes e livres”.


Segundo essa visão, Lula não teria valor internacional, apenas o Brasil, e sua presença seria considerada incômoda em reuniões multilaterais, citando como exemplo o presidente argentino Javier Milei se afastando dele em um encontro. O discurso também critica sua idade avançada e a postura de sua esposa, reforçando a ideia de que Lula não teria respeito ou relevância.


A crítica se estende à atuação de outros países e instituições: questiona por que o exército colombiano ou a Suprema Corte venezuelana não se opuseram a Maduro, e acusa que quem realmente invadiu e explorou a Venezuela foram países como Cuba, Rússia, Irã e China, e não os EUA. Maduro é acusado de enviar petróleo ao Irã para financiar armas nucleares.


Lula não tem moral para falar de família ou soberania, acusando sua família de envolvimento em escândalos e dizendo que Lula defende Maduro em nome da “soberania”, quando na verdade estaria protegendo ditadores e traficantes.


O conceito de soberania seria usado como falácia para intimidar líderes fracos, enquanto grandes potências como Rússia, China e EUA não se deixam enganar.


O discurso conclui que Lula e partidos de esquerda (PT, PSOL, PCdoB) apoiam Maduro e estariam alinhados com narcoterroristas e ditadores, enquanto milhões de venezuelanos fugiram do país.


Também acusa a ONU de ser dominada por uma agenda esquerdista e globalista, defendendo “picaretas” e até permitindo que grupos terroristas usassem suas instalações. Há ainda ataques pessoais contra figuras como Greta Thunberg e políticos brasileiros ligados à esquerda.


É um cara que já está idoso, podendo ter feito um mandato realmente marcante para a nação, mas preferiu continuar mentindo, enganando, desviando, apoiando pessoas sem credibilidade e cercando-se de artistas e organizações que não acrescentam nada. Sem isso, ele não seria nada. Aliás, ele está lá, mas quem é o verdadeiro presidente do Brasil? Para alguns, seria Michel Temer, não Lula.


Seguindo, foi feita uma lista dos países que saíram em defesa da libertação de Maduro, preso nos Estados Unidos: Colômbia, Nicarágua, Cuba, China, Rússia, Irã e Coreia do Norte. E, além desses, Lula. Ele foi o único líder, fora esse grupo, que apoiou a soltura, alegando que se tratava de um ataque à soberania da Venezuela. Pela lista, já se percebe o nível em que o governo brasileiro se encontra, apoiando regimes e grupos considerados terroristas.


Resumindo, o discurso acusa o governo do PT de apoiar criminosos e terroristas, invertendo valores ao defender o que não presta e criminalizar quem discorda. Dentro do jogo geopolítico, onde a diplomacia deveria ser a ferramenta principal, o Brasil teria se tornado motivo de piada, com falas desconexas e sem sentido. O posicionamento seria sempre evasivo, sem reação, sem firmeza.


A crítica continua afirmando que o Brasil é hoje marcado pela corrupção, pelo crime organizado e pelo tráfico de drogas, e que essas seriam as áreas em que o país é “forte”. O que realmente importa, segundo essa visão, é o que vem de fora. Marco Rubio, junto com Donald Trump, teria anunciado que a América Latina faz parte do Ocidente e que ninguém deve interferir.


Assim, vivemos uma era em que, mesmo quando a ONU condena, Trump faz e ninguém reage. Os Estados Unidos são o maior financiador da ONU e da OTAN, e se decidirem cortar verbas, essas instituições podem ruir. A China dificilmente sustentaria financeiramente a ONU. No fim, tudo depende do dinheiro do capitalismo, principalmente dos EUA.


Com a diminuição do financiamento em organismos internacionais, o Brasil ficaria sem rumo, sem ter para onde ir, perdido e sem capacidade de reação.





 
 
 

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