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A difícil missão do governo dos Estados Unidos de limpar o mundo dos poderosos cartéis de drogas

 — Imagem/Reprodução: ATAQUE PODEROSO NO MÉXICO PELOS EUA?! TRUNP CONFIRMOU.

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Urgente: em uma escalada alarmante das tensões globais que pode levar o mundo à beira de um conflito nuclear, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou nesta semana ataques terrestres contra cartéis de drogas operando no México, marcando uma nova fase em sua campanha contra o narcotráfico na América Latina.


Essa decisão representa uma autorização explícita para operações diretamente no território mexicano, visando desmantelar redes criminosas que, segundo Trump, são responsáveis por centenas de milhares de mortes anuais nos Estados Unidos devido ao tráfico de substâncias como o fentanil.


A medida surge logo após ações marítimas já em curso no Caribe e no Pacífico, que, de acordo com o presidente, reduziram em 97% o fluxo de drogas para os Estados Unidos.


Agora, a ofensiva se expande para incursões terrestres no México, onde Trump havia oferecido repetidamente ajuda militar à presidente Cláudia Shinba, ofertas rejeitadas em nome da soberania mexicana.


No entanto, as operações na Venezuela, onde forças dos Estados Unidos capturaram recentemente o ex-presidente Nicolás Maduro e sua esposa sob acusações de narcoterrorismo, serão conduzidas com menor intensidade em comparação com as ações no México. Isso se deve a um acordo recente entre os Estados Unidos e elementos da oposição venezuelana para assumir o controle das vastas reservas de petróleo do país, estimadas em mais de 300 bilhões de barris, as maiores do mundo.


Trump enfatizou em entrevista à Fox News que os Estados Unidos planejam reconstruir a infraestrutura petrolífera venezuelana com investimentos iniciais de até 100 bilhões de dólares de 14 grandes companhias americanas, garantindo lucros bilionários e estabilidade energética para o hemisfério ocidental.


Essa abordagem mais moderada na Venezuela visa preservar instalações críticas de extração e refinarias, evitando danos colaterais que poderiam atrasar a exploração americana e complicar a transição para um governo pró-Estados Unidos, possivelmente liderado pela opositora Maria Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, com quem Trump deve se reunir na próxima semana.


Críticos, incluindo especialistas em direito internacional e organizações não governamentais, questionam a legalidade dessas incursões, argumentando que elas violam a soberania mexicana e venezuelana e podem ser consideradas atos de guerra sem aprovação do Congresso ou da ONU, levantando preocupações semelhantes às da operação que capturou Maduro.


Paralelamente à ofensiva na América Latina, o parlamentar russo Alexei Juravlev, vice-chefe do Comitê de Defesa da Duma Estatal, exigiu uma ação militar direta contra os Estados Unidos em retaliação à apreensão de um navio petroleiro russo nesta semana, elevando o risco de um confronto global catastrófico.


O navio Marinera, anteriormente conhecido como Bela 1, foi interceptado pela guarda costeira dos Estados Unidos no Atlântico Norte, entre a Islândia e o Reino Unido, após uma perseguição de semanas por violar sanções americanas ao transportar petróleo venezuelano.


Moscou qualificou a ação como pirataria flagrante e uma violação da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982, demandando a liberação imediata da tripulação russa e alertando para uma escalada de tensões militares e políticas.


Juravlev propôs ataques com torpedos para afundar navios americanos, afirmando explicitamente que a Rússia teria que atacar os Estados Unidos para responder à apreensão do navio.


Essa retórica beligerante é considerada extremamente perigosa, pois poderia desencadear uma guerra nuclear. Especialistas russos como Igor Korochenko, editor da revista National Defense, sugeriram até mesmo um ataque não nuclear com mísseis balísticos intermediários, como o Oresnick, contra bases da OTAN, com prontidão para escalada nuclear se necessário, o que colocaria em risco bilhões de vidas em um conflito entre superpotências nucleares.


A apreensão do navio, parte de uma frota sombria usada para evadir sanções, demonstra que os Estados Unidos estão dispostos a confrontar Moscou diretamente, enfraquecendo a autoridade internacional da Rússia e podendo forçar Putin a responder de forma imprevisível para manter sua imagem de força.


Em resposta imediata, a Rússia atacou a Ucrânia com mísseis hipersônicos Oresnick, capazes de atingir velocidades de até Mach 10 (cerca de 13.000 km/h) e carregar múltiplas ogivas que acertam vários alvos simultaneamente, tornando-os quase impossíveis de interceptar por defesas convencionais.


O Ministério da Defesa Russo confirmou o uso do Oresnick em um bombardeio massivo contra instalações de produção de drones e infraestrutura energética ucraniana, alegando retaliação a um suposto ataque de drone contra uma residência de Vladimir Putin no mês anterior, alegação negada por Kiev e questionada pelos Estados Unidos.


O ataque resultou em pelo menos quatro mortes em Kiev, danos a edifícios residenciais e cortes de energia em Lviv, perto da fronteira com a Polônia, agravando o sofrimento civil em meio ao inverno rigoroso.


Essa ação intensifica o conflito na Ucrânia, agora em seu quarto ano, e serve como aviso velado aos Estados Unidos, ligando a apreensão do navio a uma demonstração de força que poderia se estender a outros teatros, como o Atlântico ou o Báltico.


A situação deteriora rapidamente, com analistas alertando que, sem diplomacia urgente — como negociações mediadas pela ONU ou pela China, que criticou as ações dos Estados Unidos como violações do direito internacional — o risco de uma guerra mais ampla, incluindo nuclear, aumenta exponencialmente, ameaçando a estabilidade global em um momento de múltiplas crises.


Essa série de eventos representa uma virada perigosa na geopolítica mundial, onde os Estados Unidos, sob a liderança de Trump, adotam uma postura agressiva e unilateral que desafia diretamente rivais como a Rússia e redefine o equilíbrio de poder na América Latina.


Do ponto de vista estratégico, a autorização de ataques terrestres no México sinaliza uma doutrina de “América Primeiro” expandida, priorizando a segurança interna contra o narcotráfico, mas ao custo de soberanias nacionais e normas internacionais, o que pode enfraquecer alianças tradicionais com o México e provocar reações em cadeia em países como Brasil e Colômbia.


Economicamente, enquanto o foco no México visa combater o fentanil, o acordo mais brando na Venezuela protege interesses petrolíferos, reduzindo dependência de fornecedores hostis, mas arrisca volatilidade nos preços globais do petróleo caso haja boicotes russos ou chineses.


A declaração de Juravlev de que a Rússia deve atacar os Estados Unidos após a apreensão do navio destaca o risco nuclear como central, com a Rússia recorrendo a demonstrações assimétricas como o Oresnick na Ucrânia para projetar dissuasão.


O arsenal nuclear mútuo — cerca de 5.500 ogivas americanas e 6.000 russas — e doutrinas como a “escalada para desescalar” de Moscou aumentam o perigo de um conflito tático nuclear.


Analistas do Conselho de Relações Exteriores alertam para um efeito dominó: retaliações no Atlântico poderiam ativar o artigo 5 da OTAN, enquanto a China poderia intervir para proteger investimentos na Venezuela.


No longo prazo, sem diálogo em Genebra ou Pequim, isso pode erodir a ordem multilateral, fomentando um mundo multipolar instável e a proliferação nuclear.


Urge uma cúpula de emergência na ONU para desescalar antes que provocações se tornem irreversíveis.

 
 
 

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