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Do humanitário ao estratégico: a geopolítica por trás da Cooperação 11

 — Imagem/Reprodução: 🚨EXÉRCITO EUA CHEGOU AO BRASIL! TRUMP ORDENA QUEDA DE CUBA LULA EM ALERTA TOTAL.

O Exército americano anunciou um exercício militar conjunto com as Forças Armadas brasileiras em meio à onda de ataques dos Estados Unidos contra organizações criminosas na América do Sul e à discussão sobre a possível designação dessas facções como grupos terroristas.


Ao mesmo tempo, Donald Trump elevou a pressão sobre Cuba, exigindo a saída imediata do presidente Miguel Díaz-Canel.


O treinamento, chamado Cooperation 11, reunirá delegações de 15 países das Américas entre 16 e 27 de março de 2026, na base aérea de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.


O cenário oficial simula uma resposta multinacional a desastres naturais de grande escala, com foco em incêndios florestais e operações humanitárias.


As atividades incluem planejamento operacional, coordenação logística, missões aéreas integradas e operações de busca e salvamento, visando desenvolver mecanismos de interoperabilidade entre as forças aéreas do continente.


Apesar do caráter humanitário declarado, o exercício ocorre em um contexto delicado: nos Estados Unidos cresce o debate sobre classificar facções como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas estrangeiras.


Essa medida ampliaria instrumentos legais americanos, permitindo sanções financeiras, bloqueio de ativos e operações de inteligência contra estruturas dessas facções fora do território dos EUA.


O governo brasileiro se opõe firmemente, argumentando que tal enquadramento abriria espaço para ações unilaterais e poderia comprometer a soberania nacional.


Nos bastidores, há a percepção de que o tema das facções pode estar sendo usado como instrumento de pressão diplomática, especialmente às vésperas das eleições de 2026.


O Brasil busca ampliar a cooperação internacional para enfrentar o crime organizado, mas sem abrir margem para ingerência externa.


Paralelamente, Cuba enfrenta um colapso energético que deixou milhões sem eletricidade após bloqueios americanos que impediram a entrada de petróleo venezuelano.


Trump descreveu o país como “falido” e afirmou que seria uma honra “tomar Cuba”, intensificando a crise diplomática. Díaz-Canel respondeu com firmeza, garantindo resistência total a qualquer agressão externa.


Assim, o Cooperation 11 acontece em um ambiente de tensões crescentes: de um lado, a cooperação militar tradicional entre Brasil e EUA; de outro, pressões políticas e estratégicas que envolvem crime organizado, soberania nacional e a crise cubana.


O exercício, embora oficialmente humanitário, reflete um momento particularmente sensível para toda a região.





 
 
 

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