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A iminência da volta de Jesus e os sinais dos tempos

 — Imagem/Reprodução: @EuAcreditoCortesOficial - O SINAL MAIS ASSUSTADOR DA VOLTA DE JESUS | PR. CARLOS CARDOZO.

E assim não é egoísmo você aguardar a volta de Jesus, como muita gente acha. Na verdade, é um egoísmo tremendo você querer que Jesus volte apenas por desejo pessoal.


Eu acredito que um crente, um salvo que confia na volta de Cristo, produz muito.


E para isso podemos usar os próprios apóstolos como exemplo. Paulo, Pedro e João acreditavam no fim dos tempos e no arrebatamento da igreja.


João, antes do Apocalipse, escreveu em sua primeira carta: “Filhinhos, já é a última hora”, pregando sobre o fim dos tempos.


Pedro, em sua primeira carta, declarou: “Já está próximo o fim de todas as coisas”, também apontando para o Apocalipse.


Em sua segunda carta, Pedro fala da destruição do planeta, descrevendo um juízo vindouro em que a terra seria totalmente consumida.


Paulo, por sua vez, em Primeira Coríntios e em Primeira Tessalonicenses, acreditava que seria arrebatado. Ele escreveu: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados”.


Em Tessalonicenses, descreveu o arrebatamento: “O mesmo Senhor descerá do céu com alarido, com a voz de arcanjo e com trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.


Depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados e nos encontraremos”.


Se Pedro, João e Paulo acreditavam no fim dos tempos e que seriam arrebatados, imagine nós.


Paulo também escreveu em Romanos que a vinda de Jesus está mais próxima agora do que quando aceitamos a fé: “É hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está mais perto de nós agora do que quando aceitamos a fé”.


Esse contexto não fez com que Pedro, João e Paulo se acomodassem. Pelo contrário, eles produziram muito para o reino.


Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, Paulo foi decapitado e João, o único que teve morte natural, antes escreveu o Apocalipse.


Há relatos de que João foi lançado em um tacho de óleo fervente, mas sobreviveu por causa da promessa de Jesus de que sua vida seria duradoura.


Essa promessa alimentou a crença de que Cristo voltaria ainda nos dias de João, e muitos guardaram essa expectativa.


Todos acreditavam na iminência da volta de Jesus e, por isso, produziram intensamente. Uma igreja saudável acredita que Cristo pode voltar a qualquer momento, e essa urgência nos torna trabalhadores assíduos, empenhados em salvar almas.


Falar sobre a volta de Jesus não é motivo de medo, mas de esperança. O que realmente assusta é assistir diariamente às notícias de violência e caos. A mensagem da volta de Cristo traz revelação e esperança para um mundo em crise.


Entre os sinais dos tempos, além dos espirituais, há também os tecnológicos. O avanço da inteligência artificial e até mesmo o metaverso são vistos como sinais relevantes.


A busca pela imortalidade, seja por meio de avatares virtuais ou outras tecnologias, reflete uma agenda que já está descrita na Bíblia.


O Apocalipse fala sobre redução populacional: “Foi-lhe dado poder para matar a quarta parte da terra com espada, com fome, com peste e com feras da terra”. Isso aponta para bilhões de pessoas atingidas por fome e guerras.


Portanto, a iminência da volta de Jesus não deve nos paralisar, mas nos impulsionar. É a certeza de que há uma saída, e essa saída é Cristo


Apocalipse, redução populacional e a busca pela imortalidade


E foram soltos quatro anjos que estavam preparados para hora, dia, mês e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens na terra. Meu Deus do céu, realmente está escrito.


Então, veja bem: você tem um quarto e um terço. Se formos rasos, isso pode significar três bilhões de pessoas, podendo chegar a mais de quatro bilhões em dois juízos apocalípticos.


Existe uma ideia, duas na verdade, que se relacionam com isso. A primeira é a visão dos globalistas: apenas 20% da população mundial produz, enquanto 80% seria considerada peso morto, apenas consumindo sem gerar nada.


A lógica seria: por que manter uma carga tão grande de pessoas se não produzem? Melhor exterminar uma parte para que o mundo seja melhor para todos.


Essa é a chamada Agenda 2030, que fala em erradicação da pobreza, fome zero, saúde e educação para todos, energia limpa e igualdade — uma utopia de paraíso na terra.


A segunda ideia é que as pessoas que geram muito, que são poderosas em conhecimento e influência, jamais deveriam morrer. Daí surge a busca pela imortalidade.


Uma das propostas mais polêmicas é o transplante de cabeça, discutido desde 2010. A ideia seria retirar a cabeça de uma pessoa e transplantar para outro corpo.


Muitos acreditam que Deus não permitirá isso, mas a discussão existe.


O tráfico de crianças e de corpos já é uma realidade mundial, e esse tipo de prática poderia aumentar. Além disso, entra a questão da inteligência artificial.


O Meta já oferece a chamada “imortalidade digital”: a criação de avatares virtuais a partir de rastros digitais de uma pessoa — e-mails, fotos, áudios, vídeos.


Assim, alguém que morreu poderia “existir” no metaverso, conversar e até “almoçar” com seus familiares em um ambiente virtual. É uma ideia curiosa, mas também assustadora.


Recentemente, surgiu nos Estados Unidos uma empresa que promete apagar memórias de presos, retirando a criminalidade do cérebro e inserindo novas memórias para que voltem à sociedade.


Algo semelhante a filmes como Robocop ou Exterminador do Futuro. Isso se conecta ao transumanismo, que busca a fusão entre homem e máquina.


O ápice disso está próximo, com empresas como as de Elon Musk testando chips cerebrais. Em experimentos, dois voluntários tiveram pensamentos lidos e transformados em imagens. Imagine o impacto disso.


Hoje já existem aplicativos que transformam descrições em imagens, como pedir uma árvore com pés andando pelo oceano. O que você imagina se torna realidade.


Um novo implante cerebral já traduz pensamentos com precisão inédita. Isso se conecta à internet quântica, chamada de 6G, que já está em testes na China.


Essa tecnologia promete uma espécie de “onisciência satânica”, permitindo acesso instantâneo a informações e até pensamentos.


Tudo isso mostra como estamos nos aproximando de um cenário apocalíptico, em que avanços tecnológicos e agendas globais se cruzam com profecias bíblicas sobre redução populacional e busca pela imortalidade.





 
 
 

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