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Crise de autoridade nas igrejas brasileiras — Lagoinha Global

 — Imagem/Reprodução: PASTOR FALA SOBRE A BRIGA DA LAGOINHA E FAZ UM ALERTA SOBRE O FIM DA ASSEMBLEIA DE DEUS.

O pastor Carlos Eduardo explicou que, apesar de muitos afirmarem que não existe diferença entre “pecadinho” e “pecadão”, a Bíblia mostra que há gradações e consequências distintas.


Ele destacou que há pecados contra a santidade, como frequentar ambientes de balada ou se sentar em rodas de escarnecedores, que já representam afastamento espiritual mesmo sem ações explícitas.


Também mencionou o pecado para morte, descrito por João, que ocorre quando a pessoa insiste em praticar algo mesmo sabendo que é pecado.


Além disso, ressaltou que a blasfêmia contra o Espírito Santo — atribuir ao diabo aquilo que é obra de Deus — é um pecado sem perdão.


Carlos Eduardo lembrou ainda dos pecados contra autoridade, como divisão e rebelião, que biblicamente resultaram em mortes de personagens como Absalão e Judas.


Nesse contexto, ele citou a disputa entre André Valadão e Felipe Valadão pela liderança da Igreja Batista da Lagoinha, apontando que não se trata de divergência espiritual, mas de briga por poder e herança familiar.


Para ele, a Lagoinha deveria pertencer a Cristo, mas no Brasil muitas igrejas se transformaram em negócios de família, perpetuando o nepotismo.


O pastor criticou André Valadão por buscar impor autoridade via justiça, em vez de diálogo, e afirmou que a disputa revela ego e vaidade.


Ele lembrou que outros líderes ligados à família Valadão, como Ana Paula, seguiram caminhos próprios, criando ministérios independentes.


Para Carlos Eduardo, esse tipo de divisão enfraquece o testemunho cristão, pois “um reino dividido não subsiste”.


Ele alertou que, com o tempo, as grandes denominações pentecostais podem se fragmentar ainda mais, deixando de existir como convenções nacionais.


Segundo sua visão, o nepotismo e a personalização das igrejas em torno de famílias levarão ao fim de estruturas como a Assembleia de Deus, restando apenas ministérios independentes.


Apesar disso, ele afirmou que a verdadeira igreja de Jesus será preservada, pois Deus já estaria realizando uma “limpeza nos altares” e levantando novas lideranças para impedir a perpetuação de poder humano sobre a obra divina.








 
 
 

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