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Para governador do Rio os mortos em meio ao embate entre o Estado e o tráfico não contam

Atualizado: 5 de abr.

Governador do Rio diz ao ST que quem faz o uso excessivo da força é o tráfico e não a polícia

 — Imagem/Reprodução: O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), acompanhou do Supremo Tribunal Federal (STF) as mudanças
— Imagem/Reprodução: O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), acompanhou do Supremo Tribunal Federal (STF) as mudanças

Adauto Jornalismo


O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), acompanhou do Supremo Tribunal Federal (STF) a decisão em conjunta dos ministros da Corte para estabelecer novas regras para conter a violência policial no estado carioca.


Após a sessão, Castro avaliou que a política determina é positiva, mas há desafios. Uma delas é o uso excessivo da força por parte dos criminosos.


"Os criminosos usam armas que a polícia não usa. Quem faz uso ostensivo da força não é a polícia", afirmou Castro. "É importante que as falas sejam decodificadas, quem faz o uso excessivo da força é o tráfico, a milícia, com armas e granadas que a polícia nem tem acesso", seguiu.


O governador falou que ainda resta analisar "pontos específicos", como a ordem de retomar as áreas tomadas pelas organizações criminosas para devolver as regiões para a população.


"O dia a dia da atividade policial é muito diferente e vai ter que ter análise profunda agora da decisão, mas que ela vem apontar algo muito bom eu não tenho dúvida disso", disse.


Entre os destaques positivos, Castro citou a retomada da permissão para utilizar helicópteros nas operações policiais e o retorno de ações perto de escolas, desde que seja observado o uso proporcional da força.


Segundo ele, a decisão "tirou barreiras importantíssimas, apreendemos toneladas e toneladas de drogas em escolas porque a decisão [anterior] não nos deixava chegar perto das escolas".


"Não há vencedores ou vencidos, vence a segurança pública, o povo que quer direito de ir e vir", avaliou.






 
 
 

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