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Pastor se separa da segunda mulher e se casa novamente com sua ex-mulher depois de dez anos separados

  — Imagem/Reprodução: RABINO YOSSEF AKIVA ABRE O CORAÇÃO E FALA PELA PRIMEIRA VEZ SOBRE O SEU CASAMENTO.

Postor, eu não sei se o senhor vai querer contar, mas me confidenciou algo em off que me emocionou profundamente. Até agora meus olhos se enchem de lágrimas ao lembrar.
O senhor me disse que sua vida pessoal sempre foi discreta, que não gosta de misturar o público com o privado, porque entende que sua família deve ser preservada.

Contou que foi casado com Elane de 2002 a 2013, mãe de seus filhos Benjamim, Ester e Arão.


Depois, em 2016, casou-se com Ana, que foi uma bênção em sua vida, alguém que se preocupava muito com seu ministério.


No entanto, em 2022 se divorciaram e, em 2023, o senhor voltou a se casar com Elane, sua primeira esposa.


Disse que essa decisão foi tomada por causa dos filhos, por entender que precisava estar presente como pai, e que não houve nenhum problema grave no relacionamento anterior.


Ressaltou que não gosta de expor isso nas redes sociais, porque acredita que não compete aos outros, mas apenas à sua família.


Reconhece que, por ser uma figura pública, muitos se interessam por sua vida, mas prefere blindar os filhos e preservar sua intimidade.


O senhor também falou sobre sua trajetória no ministério, sobre como influenciou jovens pregadores e como, apesar das críticas e das decepções, continua firme.


Já pregou em sinagogas, em paróquias, em diversos países, e considera essa pluralidade um diferencial.


Disse que não busca aplausos nem teme pedras, porque sabe quem é e qual é sua missão.


Hoje vive uma nova fase, mais madura, sem se deixar levar por elogios ou críticas, consciente de sua contribuição para o evangelho e para a fé no Brasil.



Entre a Vida Pessoal e o Ministério: Um Recomeço


Pastor, eu não sei se o senhor vai querer contar, mas o senhor me contou um negócio em off que me fez chorar. Eu até lembrei agora, até os olhos lacrimejaram, né? Esses olhos lindos, cor de mel. O senhor me contou e tem muita gente que fica perguntando aqui e fica falando: "Ah, quer saber da minha vida pessoal?" Sabendo da sua, o senhor me contou algo que eu acredito que o senhor contasse aqui, meu Deus do céu. A minha vida pessoal, ela sempre foi discreta.


Eu não misturo minha vida pública com a minha vida pessoal, porque minha vida pessoal compete a mim. Sou eu que tenho que lidar com ela, a minha família que tem que lidar com ela. Então eu fui casado com a Elane de 2002 até 2013, que é a mãe dos meus filhos, o Benjamim, a Ester e o Arão. Eu tenho outros filhos, mas já são tudo 30 e poucos anos do meu primeiro casamento, quando eu estava começando a jornada, aquela história lá de Salomão lá no começo.


Então, em 2013 nós divorciamos. Eu fiquei divorciado, solteiro e tal. Em 2016 eu casei com a Ana, que foi uma bênção na minha vida. Não tenho que falar nada da Ana. A Ana foi muito usada por Deus para mim. Ela tinha muito essa questão de se preocupar com o meu ministério, e foi uma bênção para mim. Mas aí eu me divorciei da Ana em 2022, final, e em 2023 eu recasei de novo com a mãe dos meus filhos.


Voltei porque existe uma questão espiritual aqui, existe um legado que eu tenho com eles, eu preciso ser o pai deles, certo? Então eu tomei essa decisão com a bênção. Mesmo assim isso é de primeira mão, porque eu não falo disso publicamente. O senhor havia falado para mim, eu até perguntei se o senhor queria falar, o senhor falou que não gosta. Eu não gosto porque é uma opção nossa da minha família até para eles serem blindados. Meus filhos estão crescendo.


Mas senhor, o senhor querendo ou não, o senhor é uma figura pública. O senhor foi alguém e é, porque história não se apaga no Brasil, que levou conhecimento para muita gente. O senhor se tornou uma referência para muitos jovens pregadores. Tem muita gente que está pregando hoje porque viu o senhor pregar lá atrás e o senhor alimentou o sonho neles. Então, querendo ou não, as pessoas precisam saber disso, porque ao mesmo tempo que o senhor influenciou muita gente, foi referência para muita gente, quando houve o divórcio acabou decepcionando muita gente.


E aí, a partir do momento que o senhor fala que voltou para sua esposa, ex-esposa, nós ficamos dez anos divorciados. Depois de dez anos nós recasamos de novo. Mas então isso é uma coisa. Por que que eu não falo lá na internet, nas minhas redes? Eu poderia tirar proveito disso. Eu não tiro. Por quê? Porque eu acho que isso não compete aos outros. Isso compete só a mim. É a opção da família para blindar a própria família. Se alguém tiver que bater, bate em mim, mas não toca na minha família. E acabou. É isso. Então isso é vida pessoal. Eu não falo, eu não falo. Todo mundo pergunta, não respondo, não falo.


Mas a decisão de voltar do senhor foi por qual motivo? Te incomodava de alguma forma? Incomodava essa questão dos filhos. Precisava ser o pai deles, eles estavam crescendo. E não aconteceu nenhum problema entre eu e a Ana. Não teve adultério, não teve erro, não teve nada. Foi uma ruptura muito difícil, dolorida, mas necessária. Então, hoje ela vive a vida dela lá. Eu sempre peço a Deus para Deus abençoar a vida dela. E eu estou vivendo a minha, só que a minha é uma vida muito privada. Eu não gosto, né? Exceto quando tem oportunidade de ir na igreja, que meus filhos vão comigo e tal, mas eu não abro.


Então, se as pessoas têm uma versão negativa de mim, não tem problema, porque as pessoas peneiram no coração delas, não compete a mim, certo? Eu sei de uma coisa: eu tenho uma grande contribuição no evangelho no Brasil, na igreja, na religião no Brasil. Eu tenho uma grande contribuição. Para mim é uma honra um padre ir num lugar e falar assim: "Meu sonho é levar você na minha paróquia." Isso aconteceu. Falei: "Sério, quando que é o dia da missa?" "É amanhã, domingo." "Mas é domingo de manhã." Falei, vou e fui lá e preguei lá. E as pessoas choraram, foram abençoadas, como já preguei em várias sinagogas no mundo. São 29 países que eu já fui. Sinagoga no mundo, preguei, prego, não tenho problema. Já fui na Canção Nova, tenho vários amigos da igreja católica. Então, essa versatilidade, essa pluralidade é que eu acho que é o grande diferencial.



Perfeito. O senhor sofreu em algum momento no ministério por ingratidão? Foi ferido por alguém? Eu já me decepcionei, não me decepciono mais. Por quê? Porque, como eu havia dito, eu estou voltando de 2023 para cá, de janeiro de 23 para cá. Então é um recomeço para mim, porque eu estava muito envolvido com a minha vida secular, estava muito envolvido com os negócios. Eu tinha voltado a me aproximar novamente da comunidade judaica. Fui líder de uma sinagoga durante quatro anos. Foi uma experiência muito boa, fantástica, foi tudo muito bom. Uma nova fase agora, um novo tempo.


O que vai ser, não sei. Bato de novo a mesma tecla: não tenho pretensão de ser nada, nem de ser aplaudido, nem de ser apedrejado. Eu acho que esse é o grande pulo do gato, essa maturidade de você não se deixar levar pelo que os outros falam ou pensam. Quer me xingar de herege, xinga. Quer me xingar de profeta, xinga. Não tem problema. Eu sei muito bem quem eu sou. Os elogios não te elevam e as críticas não te atingem também. Também não, porque a mente é blindada. Não pode subestimar um cara com uma vivência igual a minha. Não pode.









 
 
 

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