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Crises Mundiais e a Expectativa da Volta de Jesus

  — Imagem/Reprodução: Forma criativa a temática do cenário profético e geopolítico no Oriente Médio, conforme discutimos.
 — Imagem/Reprodução: Forma criativa a temática do cenário profético e geopolítico no Oriente Médio, conforme discutimos.

Jesus vem mesmo em 2028 ou será o início da grande tribulação? O pastor Napoleão Falcão afirmou que em 2028 Ele virá, enquanto o pastor César Cavalcante defende que a igreja passará pela grande tribulação.


Surge então a questão: o arrebatamento acontecerá em 2028 ou será o começo da tribulação?

A interpretação do “florescer da figueira” é usada por alguns para calcular datas, mas a própria Escritura alerta que não devemos marcar o dia da volta de Cristo.


O texto bíblico afirma: “Na hora que vocês menos esperarem, virá o Filho do Homem.” Ou seja, será em um momento inesperado.

Assuntos Abrangentes

• “Entre o Arrebatamento e a Grande Tribulação”

• “Princípio de Dores: O Cenário Global e a Escatologia”

A visão pré-tribulacionista entende que a igreja será arrebatada antes da grande tribulação, enquanto o pós-tribulacionismo acredita que os cristãos passarão por ela, vendo o anticristo, o falso profeta, o templo reconstruído e os juízos descritos em Apocalipse.


A Bíblia descreve esse período como um tempo de angústia sem precedentes, conforme Daniel 12:1 e Mateus 24:21. Nenhuma guerra, pandemia ou catástrofe histórica se compara ao que virá.


O cenário atual já aponta para dores: crises energéticas, alimentares e políticas, sinais apocalípticos acontecendo simultaneamente em várias partes do mundo — guerras, rumores de guerra, pestes, terremotos e conflitos familiares.


O Covid-19 foi o primeiro evento verdadeiramente global, um teste de como a humanidade reage a uma ordem mundial. Desde então, qualquer crise em um país afeta o planeta inteiro, mostrando a interconexão da geopolítica e da tecnocracia.


Exemplo disso é o fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã, que bloqueia 20% do petróleo mundial. Isso já elevou o preço do diesel no Brasil e em outros países, impactando a produção de alimentos e aumentando a inflação global.


O reflexo é imediato: fretes mais caros, alimentos mais caros e uma cadeia de abastecimento comprometida. Nos Estados Unidos e na Alemanha, os combustíveis também dispararam.


Esse cenário mundial de crises simultâneas é visto como princípio de dores, apontando para o cumprimento das profecias. Israel continua sendo o relógio da escatologia, e os acontecimentos no Oriente Médio não afetam apenas aquela região, mas também o Ocidente.


A Europa já demonstra preocupação, com países como França, Itália e Reino Unido enviando forças militares diante da tensão. O mundo inteiro está sendo arrastado para um cenário que pode culminar nos eventos finais descritos pela Bíblia.


Então nós estamos vendo um cenário perfeito se instaurando para uma crise. O que tenho falado muito, a partir da fala do pastor Napoleão, é sobre o que está acontecendo no Oriente Médio.


Ontem, por exemplo, foram interceptados dois mísseis perto da Mesquita de Omar. A Mesquita de Omar e a Mesquita de Al-Aqsa ficam próximas uma da outra, justamente na região onde está previsto ser construído o terceiro templo.


Se uma dessas mesquitas explodir, a narrativa será de que não foi Israel quem causou o ataque, mas sim o Irã. Isso serviria como álibi para Israel iniciar a construção do terceiro templo.


A questão que se levanta é: quanto tempo levaria para reedificar esse templo? Como a Arábia Saudita, a Jordânia e o Egito estão todos ligados ao conselho de paz de Donald Trump, há um desejo de paz por parte dos árabes, enquanto Israel deseja o templo.


Portanto, o que está acontecendo ali está diretamente conectado ao terceiro templo. Existe a possibilidade de que um míssil seja lançado, a culpa recaia sobre o Irã e, a partir disso, se abra caminho para a construção do templo em Jerusalém.





 
 
 

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